

Brighart deixou-se inspirar nas suas obras de arte por:
Sir Karl Popper “Optimism is a moral duty” (1993).
Willem de Ridder em Spiegelogie “O mundo é um espelho de mim mesmo”.
O japonês Masaru Emoto (1943), na sua descrição de como a água é capaz
de absorver energia e como a constituição da água se pode alterar.